Guia politicamente incorreto da história do mundo

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Um livro para poucos, e bem específico em cada tema, depois que veio o sucesso do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, desta vez foi hora de finalizar o trabalho. É hora de jogar tomates nas versões ultrapassadas da história do mundo. Tentei, e tentei fazer uma resenha bacana deste livro, mas pois é, não consegui. Ao meu ver, o livro é bem complexo e ao mesmo tempo não é, porém ao decorrer da leitura eu coloquei alguns post-it então vou tirar algumas fotos, e mostrar a vocês alguns trechos bacana, bora lá!

 

Hitler, um socialista pag. 198

 

“Como os nazistas consideravam a etnia uma entidade que se perpetuava além das gerações, era preciso cuidar da saúde, em respeito ás gerações passadas e futuras. “O corpo não pertence a você, pertence á  nação”, dizia um pôster. “Aprender a sacrificar-se pela pátria. nós somos todos mortais. A pátria segue em frente”, podia-se ler na legenda de fotos que exibiam um Hitler sorridente. Pois é, Hitler sorria – 

 

 

Um outro tema que me impressionou foi do Tibete pag.217, onde diz o seguinte, que antigamente, e muitos já sabem disso, que muitos delinquentes apanhavam de frente com o público de chicotes enormes, não há foto no livro(pelo que eu me lembro), dei uma pesquisada e também não encontrei nada, então fica ai só na imaginação haha

 

“O chicote mais comum no Tibete era o tachak, uma versão maior dessas varas usadas nas escolas. Consistia numa haste flexível de madeira e três folhas de coro mais longas, com cerca de um metro de comprimento. Era mais usado para açoitar suspeitos durante interrogatórios e criminosos condenados, que recebiam geralmente entre 200 a 250 chibatadas.”

 

 

Gandhy montou uma comunidade na África do Sul, chamada comunidade Phoenix, deixou sua mulher e os quatro filhos, indo embora em seguida. Em 1906, aos 36 anos, ele concluiu que sexo era essencialmente uma violência, um desperdício de energia vital, um perigo para o corpo. Escreveu uma carta, e assim comunicou sua mulher que não faria desde então mais sexo com ela. E assim foi morar em Johannesburgo com um arquiteto alemão.

 

Autor: Leandro Narloch
Editora: LeYa
Páginas: 352

 

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Rogério Princiotti
Blogueiro, criador de sites como Omoristas e Burca Day. Trabalha na internet administrando e criando conteúdo para sites e comunidades há mais de 10 anos.