Ladrões próximo ao aeroporto

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Funcionários do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos denunciam que a ausência de algumas linhas de ônibus dentro do local faz com que eles fiquem expostos a criminosos. Os trabalhadores precisam sair do aeroporto para usar os pontos instalados no entorno.

 

O agente de atendimento da Gol Linhas Aéreas, José Carlos Devila, afirmou que pelo fato da linha Taboão/Cecap passar somente fora do aeroporto, funcionários que trabalham no local correm riscos quando precisam ir embora para casa – principalmente por volta das 23h.

 

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Foto: Silvio Cesar

 

Ele disse nunca ter sido vítima de assaltos. No entanto, ouve reclamações constantes de colegas de trabalho sobre isso. “Alguns garotos passam de bicicleta perto dos pontos [de ônibus] e levam bolsas e celulares das pessoas”.

 

Devila acrescentou que as vítimas que foram registrar as ocorrências na delegacia do aeroporto foram orientadas a irem ao 7º DP – que cuida da região. “Algumas vezes, também, passam viaturas da Polícia Militar, mas isso não inibe os ladrões”. A PM informou que realiza rondas periódicas na região.

Segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública foram registrados 948 assaltos na área no ano passado. No ano anterior, foram 1.006 crimes do gênero.

 

STT divulga linhas que entram no local

 

Segundo a Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito (STT), quatro linhas passam atualmente dentro do aeroporto. São elas: linha 331, Terminal Cecap/Aeroporto; linha 436, Aeroporto/Centro; linha S172, Shopping Internacional/Aeroporto (estas linhas atendem os Terminais 1, 2 e 3 e as proximidades do T4); linha 488, Circular Aeroporto (atendendo todos os terminais do Aeroporto). Os passageiros com destino ao Terminal Taboão devem se utilizar da integração no Terminal Cecap.

 

Além de crimes, enchentes

 

Uma funcionária do Duty Free, que pediu para não ter o nome publicado, afirmou que já foi assaltada quando ia embora para casa. Além disso, ela acrescentou que em dias de chuva o rio Baquirivu transborda, transtornando o retorno para casa dos trabalhadores.

 

Fonte: Folha Metropolitana