Palestras abordam cuidados com pessoas com deficiência física

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As palestras “O cuidado com a pessoa com deficiência física” e “Como cuidar de quem cuidou de nós?” reuniram cerca de 70 pessoas no auditório da Secel, nesta quarta-feira, 23. A atividade integrou a programação da Semana da Pessoa com Deficiência, coordenada pelas subsecretarias de Acessibilidade e Inclusão e de Políticas para o Idoso.

 

Palestra do Dr. Aly Said Yassine. Fábio Nunes Teixeira / PMG

 

Promovido pela Prefeitura de Guarulhos, por meio das Secretarias de Assuntos Difusos (SAD) e da Saúde, o evento foi direcionado para servidores, conselheiros e entidades da Saúde e do Idoso, além de ONGs.

 

O secretário Lameh Smeili (SAD) afirmou que a conscientização é a melhor forma de garantir a acessibilidade e a saúde. Já o subsecretário das Políticas para o Idoso, Walid Shuqair, explicou que a parceria entre as duas Pastas (Saúde e SAD) possibilita trazer novos conceitos na atenção aos idosos. Ainda participaram do evento o subsecretário Toninho Messias (Acessibilidade e Inclusão) e o secretário-adjunto de Assuntos para Segurança Pública, Joel Bonfim, entre outras autoridades.

 

As palestras

 

O Dr. Aly Said Yassine, coordenador do serviço de medicina do tráfego e assistência ao acidentado de trânsito do Hospital Sírio Libanês e diretor do Departamento de Tecnologia e Informação da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego, reforçou que hoje existe uma nova realidade no trabalho e relacionamento com a pessoa com deficiência física e o idoso.

 

Segundo ele, uma pessoa com deficiência física é capaz de trabalhar em todas as áreas da sociedade. Contudo, diz que é preciso capacitar os profissionais de saúde para esse público específico, que exige peculiaridades no atendimento desses pacientes.

 

O médico também explanou sobre a preocupação com o deficiente vítima de violência física doméstica. Segundo o Dr Aly, muitas vezes o deficiente é acompanhado do agressor e cabe ao examinador fazer a leitura se o paciente está sendo vítima de agressão. “Diante da simples suspeita deve acionar o serviço social da unidade”, afirmou.