Mulheres perdem mais postos de trabalho que homens no município, aponta Caged

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A Subsecretaria de Políticas para as Mulheres lançou o Boletim Informativo apontando que as mulheres perdem mais postos de trabalho em relação aos homens no município. Os dados são divulgados mensalmente e foram extraídos do Caged – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego, no comparativo entre 2017 e o ano passado. Para o Boletim Informativo, foram usadas as informações do primeiro quadrimestre deste ano.

 

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Foto: Sidnei Barros/PMG

 

O Boletim indica que há uma diferença no volume de contratações, se comparado o número de admitidos entre mulheres e homens, tanto no primeiro quadrimestre/2017 quanto no mesmo período de 2016. Ou seja, o número de mulheres admitidas continua inferior em torno de 64% ao número de homens contratados, inclusive nos setores da economia como comércio e serviços – os mais flexíveis quanto às questões de idade e outros fatores de gênero.

 

“As unidades da Casa Clara Maria proporcionam o empoderamento das mulheres por meio de cursos de formação e palestras técnicas, os quais viabilizam suas autonomias financeiras, e a elevação da escolaridade, por meio do EJA – Educação de Jovens e Adultos”, afirmou a subsecretária de Políticas para as Mulheres, Verinha Souza.

 

Em relação à contratação de mulheres no período, os dados confirmam a tendência dos anos anteriores em que a oferta de vagas de emprego é preenchida pelo público feminino com idades entre 18 aos 39 anos – com 10.356 admissões (79% do total) – e com o Ensino Médio Completo, 9.057 admissões (69% do total de contratações), indicando a importância das ações de elevação de escolaridade das mulheres atendida pela Subsecretaria de Políticas para as Mulheres.