Mulheres no Esporte

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O Estereótipo

 

Uma restrição social comum é o estereótipo do esporte como “masculino” ou “feminino”, que afeta quer o publico masculino e feminino, e pode ser difícil de superar. Os homens podem ser marcados como “afeminados” se se absterem de atividades esportivas, e as mulheres são frequentemente canalizadas para esportes “estéticos”, como ginástica e patinação no gelo, onde os traços percebidos como “femininos” são exibidos. Normas de comportamento aceitas que esperam que as mulheres sejam “parecidas” e recusa as mulheres em alguns contextos de participar de atividades esportivas que apresentam características masculinas tradicionais, especialmente desportos de contato (como rugby) e por exemplo as mulheres no boxe.

 

Quando mulheres se envolvem em tais esportes, elas podem ser rotulados com traços negativos, como ser “viril” ou “não-infantil”.

 

Algumas figuras esportivas líderes estão desafiando essas noções tradicionais do que significa ser uma mulher atleta. Myriam Lamare, campeã mundial da Associação de Boxe da França, dissipa os mitos que cercam a participação das mulheres em esportes “dolorosos”. No Dia Internacional da Mulher de 2006, afirmou, “Uma mulher que pode boxar é uma mulher que pode lutar – de uma vez capaz de dar vida e de defendê-la, no verdadeiro sentido da palavra. Sou forte e feminina, vulnerável e ativa “.

 

 

As mulheres em Esportes de Combate

 

Cada vez mais frequentados, esportes de combate como o MMA, ou falando melhor o UFC movimenta cada vez mais a categoria feminina. Mulheres no MMA têm se destacado cada vez mais, mostrando nos últimos que conseguem criar ainda mais impacto que os homens no esporte. A dita “Correção” de uma desigualdade criada há muito tempo está a acontecer, e as mulheres estão a entrar finalmente no ramo da igualdade. Uma das maiores atletas do MMA, a Cristiane Justino é considerada a prova de que se pode ultrapassar a descriminação para atletas de alto nível.

 

O Futebol no Feminino

 

Talvez tenha sido o primeiro esporte no qual as mulheres começaram a luta para também se implementarem nos esportes. Sendo o esporte rei, o futebol é visto por milhões, senão bilhões de pessoas. Com o passar dos anos, é cada vez mais comum a presença das mulheres no futebol, sejam elas jogadores, arbitras, etc.

 

Apesar do preconceito ainda existir, e da ideia de que ser jogador de futebol é só para o publico feminino, as mulheres tentam superar ao máximo todas as dificuldades para chegar a lugares altos, e até dizem mesmo que os treinadores homens já as ajudam a desprezar esse tipo de coisas.

 

Tal como as jogadoras de computador e de casino quando experimentaram pela primeira vez maquininha Halloween as jogadoras também eram vistas inicialmente como pessoas que não precisavam de estar ali para jogar, mas aos poucos tudo tem mudado, e já existem muitas jogadoras a ir a cassinos jogar profissionalmente, ou então a visitarem certas casas de apostas para jogar online caça-níquel e até mesmo poker com os seus amigos.

 

Por isso, a presença feminina é algo que as pessoas têm de se habituar, pois cada vez mais elas se destacam em todos os lugares, quer seja a nível de trabalho, esporte, etc.